A comparação interna colocou Câmara como o nome que mais se aproximou do tempo de Bearman ao longo do trabalho. A informação foi resumida na cobertura da atividade com a frase: “Câmara foi quem mais se aproximou do tempo de Bearman”.
Programa reuniu três perfis de pilotos
A Haas levou três nomes diferentes para o teste: além de Câmara, também participaram Leonardo Fornaroli e Ryo Hirakawa. A atividade foi montada para que a equipe observasse perfis distintos dentro do mesmo programa de pista.
Na descrição publicada sobre o teste, a avaliação da equipe foi tratada como “uma oportunidade para a Haas analisar três perfis diferentes”. O trabalho, portanto, não se limitou a quilometragem isolada, mas a uma comparação direta entre pilotos reunidos no mesmo período.
Teste foi feito com carro de temporada anterior
A atividade em Portugal seguiu o formato de teste com monopostos de anos anteriores, o TPC. Nesse tipo de programa, as equipes usam carros de temporadas passadas para rodagem fora do contexto de um fim de semana de corrida, o que permite ampliar a avaliação de pilotos e a adaptação ao ambiente da Fórmula 1.
No caso da Haas, o modelo escolhido foi o VF-25, da temporada de 2025. Esse detalhe é relevante porque coloca Câmara em contato com um carro de Fórmula 1 dentro de um contexto formal de avaliação da equipe, em um período da temporada de 2026 em que o brasileiro segue competindo na F2.
O teste foi encerrado depois de dois dias de trabalho de Câmara na pista portuguesa, dentro de uma janela mais ampla de atividades da Haas entre 26 e 28 de agosto. Além do resultado comparativo com Bearman, o programa também colocou o brasileiro lado a lado com Fornaroli e Hirakawa no mesmo processo de observação da equipe.