O principal ponto de discussão após a prova foi a relargada e o travamento de rodas de Piastri na curva 1. A própria McLaren admitiu parte da responsabilidade pelo lock-up, num momento que acabou comprometendo a corrida do piloto. Em uma prova com dois períodos de safety car, as relargadas ganharam ainda mais peso no resultado final.
Relargada em Baku vira centro das críticas
As críticas mais duras vieram de Christijan Albers, em análise à Telesport. Ao comentar a atuação de Piastri na relargada, ele comparou o australiano a Max Verstappen e afirmou: “Ele simplesmente não é um piloto de disputa como o Max.”
Albers também apontou falta de reação de Piastri no momento decisivo da corrida. “Ele se deixa ser pego desprevenido. E, de novo, estava dormindo.”
A avaliação feita após a prova se concentrou mais na condução de Piastri do que em eventuais limitações do carro. O travamento na curva 1 passou a ser tratado como o lance determinante na perda de uma oportunidade concreta de disputar a vitória.
McLaren admite parcela de culpa e vê fim de semana desandar
Além da chance desperdiçada com Piastri, a McLaren perdeu cedo qualquer possibilidade de trabalhar com os dois carros na corrida. Norris foi eliminado na confusão da primeira curva, em um acidente envolvendo vários pilotos, o que agravou o cenário da equipe na prova.
O resultado também amplia a sequência sem pódios de Piastri, que agora está há 11 GPs sem terminar entre os três primeiros. No Azerbaijão, a combinação entre os dois safety cars, a relargada e o lock-up na curva 1 acabou marcando uma corrida que terminou com o piloto apenas na parte de trás do pelotão, em 13º.
































