O primeiro treino teve George Russell na ponta da tabela, com Max Verstappen em segundo, a quatro décimos. A Ferrari apareceu logo atrás. Em um traçado com reta principal de 1,4 milha, o comportamento do carro no trecho de velocidade máxima ganhou peso maior na análise da sessão.
Desempenho em reta entra no foco da análise
Ao comentar a atividade, Palmer disse que a Ferrari pareceu mais forte justamente em uma área em que vinha sofrendo ao longo da temporada. “Neste momento, a velocidade de reta da Ferrari parece competitiva o bastante”, afirmou.
O tema tem impacto direto sobre Hamilton porque a falta de velocidade em linha reta vinha sendo uma limitação do conjunto. A Ferrari introduziu uma unidade de potência atualizada em Monza, e Hamilton havia indicado uma desvantagem de seis décimos nos treinos por causa do motor da equipe.
Leclerc chamou atenção pelo uso de energia na volta
Palmer também destacou um detalhe técnico da volta de Charles Leclerc no Treino Livre 1. Segundo ele, o monegasco estava recuperando bastante energia na aproximação das duas curvas finais. “Leclerc estava recuperando muito na entrada daquelas duas últimas curvas”, disse o comentarista da F1TV.
A observação ajuda a explicar como a Ferrari administrou sua volta em um circuito em que a reta longa costuma amplificar diferenças de desempenho. Palmer ainda lembrou que a referência da sessão também foi influenciada pelo vácuo em voltas rápidas. “O parâmetro mudou, não é?”, comentou, ao tratar do efeito que ajudou a impulsionar a marca de Russell.
Apesar do início promissor, a leitura sobre a Ferrari permanece limitada ao Treino Livre 1, e o próprio cenário de competitividade em reta ainda pode mudar nas próximas sessões do fim de semana.