Para Norris, a lógica é simples: quando um piloto está em uma equipe com condições de seguir vencendo, a tendência é permanecer. “Não há motivo para o Max sair quando ele sabe que está em uma equipe que pode ganhar mais campeonatos”, afirmou o piloto da McLaren ao comentar a situação de Verstappen.
Norris cita Hamilton e Schumacher como referência
Ao explicar seu ponto, Norris recorreu a exemplos de dois campeões de gerações diferentes. Segundo ele, decisões como as de Lewis Hamilton e Michael Schumacher ajudam a ilustrar que mudanças de trajetória não costumam acontecer no momento em que o piloto ainda está em uma situação muito favorável dentro de um projeto vencedor.
“Eu não acho que alguém tenha decidido sair enquanto estava tendo muito sucesso”, disse Norris, ao tratar desse tipo de movimento no mercado. A leitura dele é que grandes nomes da categoria tendem a deixar uma estrutura vencedora apenas quando há uma mudança significativa no cenário.
Nessa análise, Verstappen e Leclerc se enquadram em uma situação parecida. Norris indicou que, do ponto de vista esportivo, os dois seguem ligados a contextos que não justificariam uma troca apenas por troca.
Piloto da McLaren diz que quer seguir onde está
Norris também aproveitou o tema para falar da própria carreira e reafirmou a intenção de permanecer na McLaren. Segundo ele, a equipe oferece a possibilidade de conquistar mais campeonatos, o que pesa diretamente em qualquer decisão sobre o futuro.
Além da perspectiva de resultados, o piloto destacou o ambiente interno como um fator importante na escolha de onde correr. “Eu prefiro estar com pessoas com quem gosto de passar tempo”, declarou, ao comentar a própria situação.
Norris associou essa preferência ao desejo de continuidade na McLaren, equipe com a qual acredita poder seguir construindo uma trajetória vitoriosa e disputar mais títulos sem precisar buscar outro caminho no curto prazo.