Ao falar sobre a colisão, Norris reconheceu que precisa mudar a forma de encarar esse tipo de disputa interna. “Eu tenho simplesmente que pensar mais na equipe que represento do que em mim mesmo”, disse o piloto. Ele também citou o desfecho de Piastri no lance e afirmou que o companheiro “deu azar com um furo”.
McLaren mantém discussões internas após o incidente
O contato entre os dois carros da equipe na Sprint não encerrou o assunto dentro da McLaren. Andrea Stella, chefe da equipe, afirmou que as conversas entre os pilotos ainda continuam após o fim de semana em Singapura. “Ainda não terminamos nossas conversas entre os pilotos”, declarou.
A declaração de Stella indica que o tema segue sendo tratado internamente depois de um incidente que custou a corrida de Piastri na Sprint e deixou Norris apenas com a oitava posição. A McLaren saiu da prova ainda pressionada pela proximidade da Red Bull na classificação de construtores.
Oferta de ajuda no GP gerou reação externa
Na corrida principal, um dia depois da colisão, Norris chegou a oferecer ajuda a Piastri pelo rádio perto do fim da prova. A mensagem veio no contexto do incidente da Sprint, mas Piastri não precisou desse apoio direto em pista.
Segundo as informações do fim de semana, Piastri conseguiu ultrapassar Lewis Hamilton, que estava com pneus desgastados. A oferta de Norris chamou a atenção de Gunther Steiner, diretor da Haas, que considerou a situação incomum. “Isso é, na verdade… como é que os jovens chamam mesmo? ‘Vergonha alheia’”, disse Steiner. Em seguida, ele acrescentou: “Acho que eles foram sinceros, mas ele exagerou.”
A avaliação de Steiner veio depois de classificar o episódio como “estranho”, enquanto Norris tentava reagir ao contato da Sprint e se colocar à disposição do companheiro durante o GP.
































