O recorde também ganha dimensão pelo volume de corridas disputadas por cada marca. A Mercedes atingiu as 252 vitórias em 664 Grandes Prêmios com seus motores, enquanto a Ferrari alcançou 251 em 1139 provas.
No ranking histórico de fabricantes de motores, a Mercedes agora lidera à frente de Ferrari, Ford-Cosworth, com 176 vitórias, e Renault, com 169.
Da estreia com Fangio à saída após 1955
A trajetória da Mercedes na categoria começou em 1954, quando a marca estreou ao mesmo tempo como equipe e fornecedora de motores. Naquela temporada, Juan Manuel Fangio conquistou quatro vitórias e o título mundial com a Mercedes.
A fabricante, porém, deixou a Fórmula 1 depois do desastre das 24 Horas de Le Mans de 1955. A ausência durou décadas, até o retorno em 1995, desta vez como fornecedora de motores da McLaren.
Retorno como fornecedora e expansão da contagem
A primeira vitória da nova fase veio em 1997, com David Coulthard pela McLaren. A parceria foi parte importante da retomada da Mercedes na categoria e abriu o caminho para a sequência que levou a marca ao recorde atual.
Em 2009, a Mercedes passou a fornecer motores para a Brawn GP. Naquele ano, a equipe somou oito vitórias usando a unidade de potência da fabricante.
Como as vitórias foram distribuídas
No ano seguinte, a Mercedes comprou a Brawn GP e voltou ao grid como construtora. Desde então, a própria equipe Mercedes se tornou a principal responsável pela escalada da marca na estatística histórica.
Das 252 vitórias com motores Mercedes na Fórmula 1, 141 foram conquistadas pela própria Mercedes, 101 pela McLaren e oito pela Brawn GP.
































