O movimento veio em meio a um período de desempenho instável. Desde o GP do Canadá, a Mercedes vinha enfrentando problemas de rendimento, e em Singapura optou por dividir as especificações entre os dois lados da garagem. Russell voltou a uma especificação anterior, enquanto Antonelli seguiu com as atualizações introduzidas no Bahrein.
Mercedes separou caminhos entre os dois carros
Wolff, chefe da Mercedes, classificou a escolha como fora do padrão para uma equipe de ponta. “A decisão foi altamente incomum em um setor de tecnologia de ponta”, afirmou, ao comentar a opção de comparar os dois pacotes em condições de corrida.
Segundo o dirigente, o comportamento da versão mais nova exige uma abordagem diferente de acerto. “Esse carro novo precisa de uma filosofia de acerto muito diferente da anterior”, disse Wolff sobre a adaptação necessária ao pacote atualizado.
Resultado de Antonelli reforça direção para Austin
Na prática, o fim de semana trouxe um sinal positivo com Antonelli no pódio, em terceiro lugar, usando a configuração mais recente. Wolff ponderou, porém, que o pacote ainda não entregou tudo o que a Mercedes esperava em termos de desempenho. “Ainda não, mas foi um passo na direção certa”, afirmou.
A avaliação interna da equipe é de que o aprendizado de Singapura aponta para a continuidade desse caminho nas próximas corridas. A tendência é que a Mercedes utilize a configuração mais recente nos dois carros na próxima etapa, o GP dos EUA, em Austin.
Wolff também relacionou o teste de Singapura ao rumo técnico da equipe adiante. “Essa é a direção certa para nós”, disse o chefe da Mercedes sobre a linha que o time pretende seguir depois das conclusões tiradas no fim de semana.
































