Segundo Wolff, chefe da Mercedes, a divisão foi proposital. “Tomamos a decisão incomum de ter dois carros diferentes porque sentimos que precisávamos acelerar nosso aprendizado”, disse o dirigente ao explicar o programa adotado no fim de semana.
Antonelli recebeu pacote novo e terminou no pódio
A Mercedes levou uma atualização importante para os dois W17, a primeira desde maio, e aproveitou a etapa para comparar comportamentos em pista com especificações distintas. Dentro desse trabalho, Antonelli também recebeu uma nova asa dianteira, que depois foi retirada após os treinos.
Na comparação interna, Russell foi inicialmente mais rápido nas sessões da Sprint, antes de Antonelli levar vantagem na classificação principal. Na corrida, o italiano terminou em terceiro lugar. Depois do GP, Antonelli resumiu a leitura do momento da equipe: “Começamos a ver uma luz no fim do túnel.”
Wolff vê valor no aprendizado, mas ainda questiona ganho de performance
Apesar dos sinais positivos, Wolff afirmou que a Mercedes ainda não enxerga de forma clara o retorno esperado em performance. “Não acho que tenha sido… Isso tem a performance que esperávamos? Acho que ainda não”, afirmou o chefe da equipe.
A tendência é que a Mercedes amplie esse trabalho no próximo fim de semana de corrida. Wolff disse que os dois pilotos avaliam que o pacote pode trazer efeito positivo, e a equipe pode alinhar os dois carros com a especificação mais recente na etapa dos Estados Unidos, marcada para 23 a 25 de outubro. “Os dois pilotos acham que isso deve ter um efeito positivo… penso nisso em termos do nosso aprendizado para o próximo ano”, declarou.
































