“Nunca pareceu nada maior do que um pequeno tropeço em uma temporada muito, muito forte”, afirmou Mekies ao comentar o período em que Hadjar ficou fora. Na mesma linha, o dirigente resumiu a escolha de manter a formação: “Foi uma decisão muito fácil”.
Hadjar garantiu oficialmente um novo contrato com a Red Bull, embora o próprio piloto ainda não saiba a duração do acordo. A renovação veio depois de um início de campeonato consistente: ele somou 71 pontos nas 11 primeiras corridas, subiu ao pódio em Mônaco e manteve 100% de presença no Q3 até aqui.
Sequência forte sustentou renovação de Hadjar
Antes da lesão no punho, Hadjar vinha de sete chegadas consecutivas entre os seis primeiros. Para Mekies, o desempenho do piloto foi acompanhado por uma evolução constante ao longo da temporada. “Ele realmente vem melhorando a cada vez”, disse o chefe da Red Bull.
Mekies também indicou que a base competitiva de Hadjar dentro da equipe foi um fator importante na análise. “O ponto de partida contra Max… é muito forte”, afirmou, em referência ao nível apresentado pelo companheiro de Verstappen.
Lawson segue sem a vaga, apesar do histórico de substituto
Lawson voltou a aparecer como opção natural por já ter atuado como substituto na Fórmula 1, quando entrou no lugar de Daniel Ricciardo após a lesão do piloto em 2023. Ainda assim, a Red Bull não alterou sua direção com Hadjar.
Se terminar a temporada no top 10 do campeonato, Lawson pode se tornar apenas o quarto piloto da história da Red Bull a alcançar esse resultado. Já a renovação de Hadjar fará dele o segundo companheiro de equipe mais longevo de Verstappen desde Ricciardo.