Na etapa anterior, no Chile, McErlean enfrentou chuva e agora mira a Sardenha como uma chance de mostrar o ritmo que tentou exibir no compromisso mais recente. “Queremos ir para lá e tentar mostrar o que tentamos mostrar aqui: ritmo”, afirmou o piloto.
O momento também ganha peso porque esta é a última chance da temporada para uma atuação de destaque, enquanto os planos de McErlean para 2027 ainda não estão definidos. “Uma Sardenha forte certamente ajudaria o nosso caso”, disse.
Sequência recente inclui melhor resultado da carreira
Mesmo em uma segunda temporada marcada por erros e problemas mecânicos, McErlean chega à prova com números melhores nas últimas rodadas. Ele conquistou o melhor resultado da carreira com o sexto lugar no Acrópole da Grécia e somou três chegadas no top 7 nas três etapas mais recentes.
Esse recorte recente contrasta com os contratempos vividos ao longo do ano e ajuda a explicar por que a etapa aparece como um teste importante para confirmar o potencial mostrado em trechos isolados. Antes da largada, McErlean resumiu a abordagem para o fim de semana: “Vamos colocar tudo nisso e ver o que acontece.”
Lembrança da edição passada inclui bom começo e abandono precoce
A relação de McErlean com a Sardenha também passa pelo que aconteceu no ano passado. Na ocasião, ele encerrou a especial de abertura em sexto, mas perdeu a roda traseira esquerda na segunda especial e viu a participação ser comprometida logo no início.
Agora, a largada em oitavo na estrada oferece uma condição que pode ser útil em uma prova tradicionalmente sensível à ordem de partida, especialmente pelo impacto da limpeza da pista na era Rally1. O objetivo de McErlean é juntar essa condição de largada com o ritmo que já apareceu nas etapas recentes para buscar mais um resultado entre os primeiros colocados.