A reação de Lawson foi imediata pelo rádio. “Cara, eu adoro ser tirado da corrida pelo meu companheiro de equipe”, disse o piloto da Racing Bulls após o contato. Depois da prova, Lindblad voltou a falar com o companheiro e resumiu o pedido de desculpas em uma frase direta: “Desculpa, cara”.
Toque na relargada causou dano no assoalho do carro de Lawson
Além da perda de posições logo após a curva 1, Lawson afirmou que o carro sofreu danos consideráveis no assoalho. Segundo o piloto, o impacto foi forte o bastante para abrir um buraco na peça, um problema que afetou sua corrida até a bandeirada.
Ao comentar a decisão da direção de prova, Lawson disse que não entendeu a ausência de punição. “Eu não entendo, porque fui atingido com tanta força que abriu um buraco no meu assoalho”, afirmou.
O prejuízo esportivo para a Racing Bulls veio em duas frentes: Lawson perdeu terreno imediatamente depois do toque e deixou de brigar por pontos, enquanto Lindblad conseguiu seguir na prova sem receber sanção e manteve a posição de chegada dentro do top 10.
Comissários não aplicaram penalidade a Lindblad
Os comissários da FIA decidiram não punir Lindblad pelo incidente com o companheiro de equipe. A justificativa apresentada foi o espaço limitado disponível no momento da relargada do Safety Car.
A decisão manteve intacto o resultado de Lindblad na corrida, apesar da reclamação de Lawson e do dano no carro do neozelandês. O episódio também gerou reação dividida entre os torcedores, já que o toque aconteceu entre companheiros de equipe em um momento de disputa por posições logo após a relargada.
O contato entre os dois carros aconteceu em um ponto especialmente sensível da prova, porque a Racing Bulls ainda tinha os dois pilotos em condição de buscar pontos antes da curva 1 da relargada.
































