A equipe começou o ano com domínio total, vencendo as seis primeiras corridas da temporada. Nas seis etapas seguintes, Ferrari e McLaren reagiram e conquistaram duas vitórias cada. Ainda assim, a Mercedes permanece na frente da classificação, enquanto a Ferrari ocupa o segundo lugar, 87 pontos atrás.
Leclerc aposta em reação da Mercedes
Ao comentar a fase da adversária, Leclerc disse que não vê falta de trabalho interno na equipe comandada por Toto Wolff. Para o piloto da Ferrari, a perda de protagonismo nas últimas provas não significa que a Mercedes tenha deixado de desenvolver o carro.
“Tenho certeza de que há muito trabalho duro acontecendo nos bastidores”, disse Leclerc ao falar sobre a possibilidade de a Mercedes ter reduzido o ritmo de evolução ao longo do campeonato.
A leitura do monegasco contrasta com a ideia de que a Mercedes teria estagnado depois do início dominante do ano. Embora Ferrari e McLaren tenham dividido as vitórias nas seis corridas mais recentes, a equipe ainda sustenta uma vantagem considerável na tabela de construtores.
Wolff citou limitação financeira para evoluir o carro
Do lado da Mercedes, Toto Wolff já tratou publicamente das dificuldades para manter um fluxo contínuo de desenvolvimento ao longo da temporada. O chefe da equipe atribuiu esse cenário à limitação de recursos disponíveis para atualizar o carro com a mesma frequência.
“Não temos dinheiro para manter um desenvolvimento constante do carro”, afirmou Wolff.
O cenário ajuda a explicar a mudança de equilíbrio observada na segunda metade das 12 primeiras corridas do ano. Depois de ver a Mercedes ganhar as seis provas iniciais, o campeonato passou a ter vitórias divididas entre rivais diretas. Mesmo nesse contexto, a Ferrari ainda aparece 87 pontos atrás da líder no Mundial de Construtores.