Leclerc afirmou que convive com esse nível de exposição desde o início de sua trajetória na equipe. “Estou na Ferrari desde 2019 e sei muito bem como tudo o que fazemos é analisado em excesso”, disse o piloto.
Segundo Leclerc, as brigas por posição com Hamilton fazem parte do contexto normal de quem disputa as primeiras colocações. Ele também afirmou que gosta de correr roda a roda com o rival, embora reconheça que os dois já passaram do limite em algumas ocasiões.
Leclerc cita lance em Monza como situação a evitar
Ao tratar especificamente de um dos episódios recentes, Leclerc apontou que houve um lance que a Ferrari não quer ver repetido. “O que aconteceu na curva 2 em Monza foi uma situação que não queremos que se repita”, afirmou.
Na explicação do piloto, disputas entre carros de equipes que brigam na frente frequentemente acabam com um dos dois indo para a grama. A observação foi usada por ele para contextualizar que o cenário não é exclusivo da Ferrari e que outros times de ponta também enfrentam episódios parecidos ao longo da temporada.
Curva 15 e circuitos de rua entraram na conversa
Leclerc também comentou aspectos técnicos de circuitos de rua e destacou que esse tipo de pista exige coragem e precisão. Dentro desse contexto, apontou a curva 15 como o trecho mais traiçoeiro. “A maior armadilha da pista é a curva 15, onde já bati duas ou três vezes”, relatou.
Além da defesa da Ferrari, o piloto ainda falou sobre Kimi Antonelli, atual líder do campeonato. Para Leclerc, o momento do rival não surpreende quem acompanha seu desenvolvimento de perto. “A posição em que Kimi está agora não é surpresa para ninguém que o acompanha de perto”, disse. Antonelli lidera o campeonato com 81 pontos de vantagem.