A discussão ganhou força depois da atuação de Lawson em uma prova marcada por bandeira vermelha. A interrupção aconteceu após uma falha de suspensão no carro de Valtteri Bottas na curva 1. Poucas voltas antes do reinício, Lawson havia passado pelos boxes e, reposicionado na parte de trás do grid, ganhou quatro posições depois da relargada até completar a corrida em sétimo.
O resultado levou Lawson a 83 pontos na temporada. A reação em torno de sua situação cresceu porque ele largou da P15 e conseguiu transformar o cenário depois da paralisação, em uma prova na qual também superou nomes como Oliver Bearman e Nico Hulkenberg no caminho até a zona de pontos.
Tsolov segue como principal ameaça ao lugar de Lawson
Mesmo com a recuperação de Lawson, os Racing Bulls ainda não bateram o martelo sobre sua formação para 2027. Dentro desse quadro, Tsolov continua como o nome mais forte na disputa direta pelo cockpit ao lado de Lindblad.
Alan Permane, chefe de equipe dos Racing Bulls, elogiou Tsolov ao comentar a participação do piloto e afirmou que ele “preenche todos os requisitos”. A declaração mantém o competidor no centro da disputa interna, sem confirmação oficial sobre quem será escolhido.
Comentário de Chandhok amplia pressão externa sobre a decisão
A indefinição também provocou reação fora da equipe. Karun Chandhok, comentarista da Sky Sports F1, criticou a possibilidade de Lawson perder espaço e disse que “seria totalmente injusto” dispensá-lo.
Além da disputa interna nos Racing Bulls, há especulações sobre interesse de outras equipes em Lawson. No momento, porém, o dado concreto é que a vaga ao lado de Lindblad segue aberta, com Lawson vindo de um sétimo lugar e Tsolov ainda tratado como seu principal rival direto na definição para 2027.