A punição foi oficializada pouco antes da classificação. Pelo regulamento citado no fim de semana, pilotos que acumulam mais de 15 posições de penalidade no grid precisam largar do fim do grid. Lawson afirmou que chegou à etapa já sabendo do cenário. “Isso já estava planejado antes do fim de semana, então era algo que eu já sabia quando cheguei”, disse.
Troca de motor mudou o fim de semana de Lawson
Lawson explicou que o foco da Red Bull acabou direcionado para a corrida por causa da penalidade. “O objetivo neste fim de semana era tentar focar na corrida de qualquer forma”, afirmou.
Na classificação, ele foi eliminado no Q2 depois de ser atrapalhado por Oscar Piastri. O incidente rendeu ao piloto da McLaren uma perda de três posições no grid. Depois da sessão, Lawson também criticou a execução da Red Bull e resumiu sua sensação no carro: “Em alguns momentos, eu realmente não sabia muito bem o que estava fazendo”.
O contexto técnico da punição também pesou no tamanho da sanção. A mudança de regra mencionada no fim de semana determina que qualquer piloto com penalidade superior a 15 posições não cumpre a perda de forma nominal casa a casa, mas é automaticamente enviado para a parte de trás do grid.
Coletiva teve pouca atenção sobre o neozelandês
Antes do início das atividades principais, Lawson participou da coletiva oficial de pilotos da Fórmula 1. Seis pilotos foram chamados e divididos em dois grupos, mas, na parte aberta da entrevista, ele não recebeu nenhuma pergunta direcionada exclusivamente a seu momento na Red Bull.
Lawson só voltou a falar quando respondeu a uma questão sobre o possível impacto do superclipping em Monza, enquanto a maior parte das perguntas ficou concentrada em Kimi Antonelli. O contraste chama atenção porque, um ano antes, Lawson havia sido questionado sobre o próprio futuro e sobre alternativas fora da Red Bull.
Mesmo fora do foco principal na entrevista coletiva, Lawson chega ao fim de semana com 49 pontos e liderando o pelotão intermediário.