“Foi um fim de semana difícil para a equipe no geral”, disse Lawson ao avaliar a etapa. Na leitura dele, o resultado final não muda o diagnóstico sobre o desempenho apresentado ao longo dos dias no circuito.
Lawson foi direto ao comentar a pontuação conquistada pela Racing Bulls. “Se tudo tivesse acontecido normalmente, a gente não teria pontuado”, afirmou. A equipe ainda saiu da prova com pontos graças à chegada de Lindblad no grupo dos dez primeiros.
Lawson aponta falta de ritmo durante toda a etapa
Ao explicar onde esteve a principal limitação da Racing Bulls, Lawson citou uma dificuldade constante em Baku. “A gente sofreu com o ritmo durante todo o fim de semana”, declarou.
A avaliação do piloto acompanha o que a equipe mostrou na pista: a Racing Bulls teve menos velocidade que a Alpine, fator que pesou tanto na comparação direta de desempenho quanto nas possibilidades de brigar por posições mais à frente. A leitura de Lawson, portanto, foi de que o top-10 obtido no domingo ficou acima do que o ritmo do carro indicava em condições normais de corrida.
Corrida teve incidente entre companheiros na curva 1
Além da limitação de desempenho, a passagem da Racing Bulls por Baku também teve um incidente envolvendo os dois carros da equipe. Lindblad se envolveu em um acidente com o companheiro na curva 1, em um momento ligado a uma relargada.
O episódio fez parte de uma corrida movimentada para a equipe, que mesmo assim conseguiu preservar o resultado de Lindblad dentro da zona de pontuação. A combinação entre o top-10 e a avaliação crítica de Lawson sobre o ritmo deixa a etapa marcada mais pelo resultado circunstancial do que por uma performance sólida do carro.
Na análise do próprio Lawson, o foco da Racing Bulls para as próximas etapas passa por encontrar mais ritmo, depois de um fim de semana em que a equipe saiu com pontos, mas sem esconder as dificuldades que enfrentou do início ao fim em Baku.
































