O número 12 não era campeão da Fórmula 1 desde 1988, quando Ayrton Senna venceu seu primeiro Mundial. Antonelli já usava o numeral como homenagem ao brasileiro e confirmou o título carregando essa referência até o fim da campanha. As comparações entre os dois exigem cautela por causa das diferenças de época e contexto, mas o dado histórico recoloca o 12 no centro de uma conquista de Mundial depois de quase quatro décadas.
Virada no campeonato veio após início atrás de Russell
A temporada não começou com Antonelli na frente. George Russell venceu na Austrália e saiu em vantagem na disputa interna e na classificação do campeonato. Ao longo do ano, porém, Antonelli mudou o cenário com uma sequência de vitórias que sustentou a arrancada até a definição do título.
A campanha foi construída em um campeonato disputado sob a maior mudança de regras em 76 anos da Fórmula 1. No meio desse novo regulamento, Antonelli encontrou desempenho e regularidade para transformar a recuperação na tabela em conquista antecipada do Mundial.
Pódio no México reuniu Antonelli, Hamilton e Verstappen
A festa do título teve ainda um pódio com peso extra. Antonelli celebrou ao lado de Lewis Hamilton e Max Verstappen, dois campeões que somam 12 títulos mundiais. Depois da corrida, o italiano resumiu a importância do momento: “Vou guardar uma foto do pódio”.
Hamilton também aparece como personagem importante no contexto da temporada. A ida do heptacampeão para a Ferrari teve papel relevante no caminho que terminou com o título de Antonelli em 2026.
Bortoleto voltou a pontuar na prova do título
A corrida no México também teve resultado positivo para Gabriel Bortoleto. O brasileiro terminou em oitavo lugar e voltou a pontuar na temporada no mesmo fim de semana em que Antonelli confirmou o campeonato.
Após a prova, Franco Colapinto também se manifestou para parabenizar Antonelli pela conquista do título.































