“Claro que não é o ideal, mas foi esse o acordo quando ele assinou”, afirmou Kanaan sobre o período de quarentena imposto a Dixon até o início de 2027.
A situação chama atenção porque esse tipo de quarentena é comum na Fórmula 1, mas raro na Indy. Na prática, a McLaren fica impedida de contar com Dixon como funcionário antes do começo de 2027, mesmo após a saída dele da Ganassi no encerramento da temporada.
McLaren acelera adaptação de Rosenqvist ao carro #7
Enquanto Dixon segue fora das atividades internas, a McLaren já trabalha com Felix Rosenqvist, escolhido para substituir Christian Lundgaard no carro #7. Segundo Kanaan, o piloto já começou a participar do processo de preparação da equipe.
“O Felix está totalmente conosco, então já está indo para o simulador”, disse o chefe da McLaren.
A movimentação dá à equipe uma alternativa imediata para o trabalho de adaptação e desenvolvimento dentro da estrutura, já que Dixon ainda não pode atuar formalmente até a data prevista em contrato.
Troca entre McLaren e Ganassi envolve também Lundgaard
A mudança de Dixon para a McLaren acontece no mesmo contexto da ida de Christian Lundgaard para a Ganassi. O anúncio do dinamarquês como novo piloto da equipe rival foi feito em 29 de setembro de 2026.
Kanaan também comentou a situação contratual de Lundgaard e indicou que não havia impedimento para a mudança. “Ele está livre desde o fim do ano”, afirmou.
Com isso, a McLaren já pode integrar Rosenqvist ao trabalho do carro #7, enquanto a chegada de Dixon como funcionário segue travada até o primeiro dia de 2027.