Abiteboul vinculou a decisão à falta de definição sobre o cenário esportivo e regulatório do WRC. Ao abordar o planejamento para o próximo ano, o dirigente resumiu a dúvida central da Hyundai: “O que é o WRC? Essa é a primeira pergunta”. Em seguida, acrescentou: “Precisamos ter uma compreensão clara de como o esporte será no ano que vem”.
A indefinição aparece no momento em que nomes importantes encerram sua passagem pela equipe. Thierry Neuville se despediu da Hyundai com uma vitória na powerstage, enquanto Adrien Fourmaux concluiu sua etapa no time com um quarto lugar.
Neuville defende permanência da marca no rally
Mesmo com o futuro em aberto, Neuville defendeu que a Hyundai mantenha presença no rally. Na avaliação do piloto, a modalidade segue sendo positiva para a fabricante. “Manter um pé no rally é benéfico para a marca”, afirmou.
Ao falar sobre sua trajetória na Hyundai Motorsport, Neuville também destacou a estrutura humana da equipe: “São todos muito motivados e competentes”. A declaração foi dada no contexto de sua despedida da operação.
Programa de Rally2 permanece no contexto da discussão
As conversas sobre a continuidade da Hyundai no WRC acontecem com a marca mantendo uma presença técnica importante no rally por meio de seu programa de Rally2. Esse ponto faz parte do cenário em que a fabricante avalia de que forma seguirá envolvida com a modalidade.
O quadro atual, portanto, não envolve apenas a participação da equipe principal no Mundial, mas também qual será o formato da presença da Hyundai no esporte a partir da próxima temporada. Até aqui, a posição pública da liderança da operação é de que qualquer decisão depende de uma visão mais definida sobre o que a categoria oferecerá em 2027.