A principal leitura dentro da Audi é que o novo pacote funcionou especialmente nas curvas, mas o carro ainda sofreu com a velocidade em linha reta. Esse desequilíbrio pesou no resultado da classificação e limitou o potencial da equipe no traçado usado na etapa passada.
Atualização agradou nas curvas, mas expôs fraqueza em reta
Hülkenberg disse que as peças novas representaram um passo à frente, ainda que o resultado final não tenha refletido isso. “Ela pareceu um avanço claro em Baku, nas curvas”, afirmou o piloto da Audi ao comentar o pacote introduzido pela equipe.
O problema, segundo a avaliação feita após o fim de semana, apareceu sobretudo nas retas. Foi esse ponto que acabou comprometendo o desempenho geral do carro e ajudou a explicar a primeira queda dupla da Audi ainda no Q1.
Sepang surge como chance de reação para a Audi
Na projeção de Hülkenberg, o próximo circuito pode oferecer condições mais favoráveis ao atual estágio do carro. A avaliação é que Sepang tem características que reduzem o peso da velocidade máxima no desempenho total da volta, o que pode ajudar a equipe a aproveitar melhor os ganhos obtidos com a atualização.
Ao falar sobre a possibilidade de voltar à zona de pontuação, o piloto adotou tom confiante, mas com ressalvas. “Acho que podemos. Obviamente, precisamos fazer um bom trabalho e não cometer erros”, disse.
Hülkenberg também afirmou que chega à próxima etapa com expectativa positiva sobre a competitividade da Audi. “Estou otimista de que podemos ser competitivos”, declarou, depois de apontar que o novo pacote já mostrou sinais encorajadores mesmo em um fim de semana de resultado abaixo do esperado.