Fora da Red Bull desde julho de 2025, Horner passou 20 anos à frente da equipe e conquistou seis títulos de construtores nesse período. Ao comentar a possibilidade de assumir outro projeto na categoria, ele foi direto: “A Ferrari seria a única equipe que me faria abrir mão de ser acionista”.
Vasseur lembra contrato e evita alimentar especulações
A Ferrari renovou com Vasseur em 2025 em um acordo multianual, prática comum entre equipes da Fórmula 1. Em meio ao comentário de Horner, o dirigente preferiu não ampliar o debate sobre uma eventual troca no comando.
“Estamos brigando pelo segundo lugar no campeonato”, disse Vasseur. A Ferrari ocupa a vice-liderança do Mundial de Construtores, com 378 pontos, em um momento em que tenta sustentar posição na tabela apesar da falta de vitórias recentes.
Vasseur também admitiu incômodo com o ambiente em torno da equipe. “A situação é um pouco frustrante”, afirmou. Depois, foi mais direto ao responder sobre as falas de Horner: “Quero que a Ferrari evite perder tempo com fofocas”.
Declarações acontecem em meio a jejum de vitórias da Ferrari
O tema ganhou força em um momento de pressão esportiva para a Ferrari, que não vence uma corrida desde o GP da Grã-Bretanha. Mesmo sem triunfos nesse intervalo, a equipe segue em segundo no campeonato de construtores.
A fala de Horner também recoloca seu nome no mercado da Fórmula 1 pouco mais de um ano depois de sua saída da Red Bull. Antes da demissão, em julho de 2025, ele acumulou duas décadas de comando na equipe e seis títulos de construtores.
Enquanto isso, a posição formal da Ferrari não mudou: Vasseur tem contrato multianual assinado em 2025 e, ao comentar o assunto, direcionou a discussão para a disputa do campeonato e para o trabalho interno da equipe.
































