Horner e Wolff protagonizaram alguns dos embates mais intensos da era recente da Fórmula 1, em um período que incluiu o fim da sequência de sete títulos consecutivos de pilotos da Mercedes em 2021, quando Max Verstappen ficou com o campeonato. No ano seguinte, a Red Bull também conquistou o título de construtores.
Horner relembra rivalidade com Wolff
Ao comentar a relação com o dirigente da Mercedes, Horner tratou a disputa como parte natural do esporte. “O esporte precisa de rivalidade. Toto e eu tivemos grandes duelos ao longo dos anos”, disse.
Na mesma linha, ele minimizou qualquer leitura de animosidade pessoal. “Nunca houve maldade por trás disso”, afirmou.
Horner havia completado 404 corridas seguidas na Fórmula 1 antes de se afastar da categoria. Desde sua saída, Mercedes segue no centro das disputas esportivas, enquanto Kimi Antonelli ainda pode se tornar o mais jovem campeão mundial da Fórmula 1 no GP dos Estados Unidos.
Ex-Red Bull também fala sobre futuro na categoria
Na entrevista, Horner também comentou a possibilidade de voltar à Fórmula 1 em outra equipe. Segundo ele, uma nova oportunidade seria avaliada caso o projeto fosse adequado. “Se existisse a oportunidade certa em uma equipe, eu certamente consideraria isso com seriedade”, declarou.
Ao mesmo tempo, afirmou que não está focado em buscar uma vaga imediata no paddock. “Honestamente, não estou perseguindo nenhuma oportunidade específica”, disse.
Horner também citou a Ferrari de forma elogiosa, chamando a equipe de “a maior marca da Fórmula 1” e “o sonho”. Ao abordar rumores recentes envolvendo Frederic Vasseur, afirmou: “Eu realmente senti muito por ele com toda a especulação que isso criou.” Ainda neste ano, grupos empresariais ligados a Horner mantiveram conversas com a Alpine sobre a compra de uma participação na equipe.