Ao falar sobre o tema, Hamilton disse que prefere a manutenção das provas. “Pessoalmente, eu quero ir. Eu adoro ir ao Oriente Médio”, afirmou. Ao mesmo tempo, o piloto ponderou que não conhece todos os detalhes da situação atual: “Mas eu não tenho todas as informações, então não sei quais são os níveis de risco.”
Calendário já sofreu mudanças ao longo da temporada
Os impactos no calendário de 2026 já apareceram no começo do campeonato. As viagens para a abertura em Melbourne foram afetadas, enquanto os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita precisaram ser adiados em abril.
Depois disso, a etapa de Jeddah foi cancelada. Já o GP do Bahrein foi remarcado para o próximo fim de semana e será realizado no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia.
Ímola surge como alternativa, mas Hamilton faz ressalvas
Se Catar ou Abu Dhabi deixarem o calendário, Ímola aparece como opção para ocupar uma vaga no encerramento da temporada. A prova italiana seria disputada em dezembro, dentro da reta final do campeonato.
Hamilton disse confiar em Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, para a definição. “Eu confio em Stefano para tomar a decisão certa para o esporte”, declarou.
O heptacampeão também levantou dúvidas sobre a alternativa italiana no fim do ano. “Terminar no inverno em Ímola pode não ser o melhor em termos de clima”, disse. Sobre o circuito, acrescentou: “É uma pista bonita, mas não é uma pista onde vamos fazer ultrapassagens.”
A última sequência tripla de corridas da temporada incluiria o Grande Prêmio de Las Vegas, enquanto a Fórmula 1 segue avaliando se conseguirá manter as etapas do Catar e de Abu Dhabi no calendário.