Hamilton disse que a dificuldade apareceu em diferentes momentos do fim de semana, inclusive na classificação. “Simplesmente não acho que tenha conseguido fazer os pneus funcionarem de verdade”, afirmou. Depois, detalhou: “Foi um pouco melhor no TL3, mas no Q1 foi realmente difícil fazê-los funcionar.”
Ferrari tentou ajustes, mas problema persistiu
De acordo com Hamilton, a Ferrari buscou mudanças para melhorar o comportamento dos pneus, sem encontrar uma solução clara. A avaliação do piloto é que o carro teve desempenho muito limitado fora da fase inicial da prova, o que comprometeu a competitividade ao longo da corrida.
A dificuldade com os pneus se somou a outra limitação percebida por Hamilton em Baku: a perda de desempenho nas retas em comparação com os adversários diretos.
Hamilton aponta desvantagem nas retas para os rivais
Ao comentar o que viu durante a prova, Hamilton classificou como muito grande a vantagem dos concorrentes em trechos de aceleração plena. “Esses caras simplesmente têm potência, potência, potência em todos os lugares”, disse o piloto, ao relatar a diferença percebida em reta.
Na disputa pela vitória, a Mercedes teve um retrato claro desse comportamento de corrida. George Russell venceu sob pressão de Max Verstappen até os metros finais, e Bradley Lord, vice-chefe da equipe Mercedes, afirmou que o piloto conseguia abrir vantagem no setor intermediário, enquanto Verstappen recuperava parte importante da distância nas retas seguintes com ajuda do vácuo.
Segundo Lord, a aproximação vista nas imagens da transmissão não significava uma chance real de ultrapassagem. Ainda assim, Russell enfrentou preocupação com um problema no gerenciamento de energia perto da linha de chegada e segurou a vitória por menos de dois décimos de segundo.
































