Depois de 15 etapas, Hadjar soma 86 pontos, contra 163 de Verstappen. Nos confrontos diretos em fins de semana de GP, a vantagem do companheiro também é ampla: 8 a 4 nas classificações, 9 a 3 nos resultados de corrida e 4 a 0 tanto na classificação sprint quanto nas sprints.
Hadjar diz que a referência de Verstappen é alta, mas não inatingível
Ao explicar o que vê ao comparar voltas e dados, Hadjar apontou que a diferença aparece justamente quando ele sente que já fez um bom trabalho. “Mesmo quando você acha que está indo bem, na verdade ainda não chegou lá”, disse o piloto da Red Bull.
Ao mesmo tempo, Hadjar afirmou que não enxerga nas voltas de Verstappen algo fora do seu alcance em termos de capacidade. “Mas, felizmente, ele nunca fez algo que me levasse a pensar: ‘Na verdade, eu não consigo fazer isso’”, afirmou.
A observação de Hadjar separa dois pontos da comparação interna: ele não fala em limite técnico intransponível, mas em um grau de execução que ainda o distancia do companheiro ao longo do fim de semana.
Consistência em TL e classificação não elimina a diferença no placar
Os números da temporada mostram que Hadjar tem mantido regularidade em volta lançada. Ele chegou ao Q3 em todas as 12 aparições que fez no ano. Verstappen, no mesmo recorte mais amplo da temporada, alcançou o Q3 em 13 das 15 corridas disputadas.
Mesmo com essa consistência, a conversão para os resultados finais segue pendendo para Verstappen. O placar de 8 a 4 nas classificações de GP e de 9 a 3 nas corridas indica que a diferença não está apenas em presença frequente entre os mais rápidos, mas no aproveitamento ao longo das sessões decisivas e das provas.
Nas sprints, a vantagem de Verstappen é total até aqui: 4 a 0 na classificação sprint e 4 a 0 nas corridas curtas. A renovação de Hadjar para 2027 foi fechada com esse retrospecto de temporada, em que ele soma 86 pontos e mantém presença constante no Q3, enquanto Verstappen lidera a comparação interna com 163 pontos.