Hadjar havia largado em quarto, seu melhor resultado de classificação desde a Austrália, e viveu um fim de semana forte desde o sábado. Ainda assim, a ordem da equipe moldou a primeira metade da prova e tirou dele a chance de atacar em condições normais depois que Verstappen assumiu a frente entre os dois carros.
Após a corrida, Hadjar aceitou publicamente a decisão. “Estou feliz em ficar atrás do Verstappen”, afirmou o piloto ao comentar seu papel na prova.
Hadjar disse que tinha mais ritmo com pista livre
Durante a corrida, Hadjar avaliou que tinha entre dois e três décimos de vantagem de ritmo quando rodava em ar limpo. Em meio a esse cenário, ele também perguntou à equipe se poderia “ir para cima” do companheiro, mas a posição foi mantida.
A Red Bull não inverteu novamente os carros nem quando Verstappen ficou sem conseguir passar Piastri na disputa pela segunda colocação. Com isso, Hadjar permaneceu preso atrás do companheiro mesmo depois de indicar que se sentia mais rápido naquele momento da prova.
O contexto do fim de semana também incluía os problemas de motor que comprometeram Verstappen na classificação. Mesmo com esse sábado afetado, o piloto conseguiu se recuperar na corrida e terminou à frente de Hadjar no resultado final.
Diferença cresceu depois do safety car
Depois da troca de pneus sob safety car, Verstappen conseguiu abrir vantagem de forma clara. Na bandeirada, ele terminou pouco mais de 10 segundos à frente de Hadjar, consolidando a ordem dos dois carros da Red Bull no pódio.
O resultado final confirmou o melhor domingo da equipe em muito tempo em termos de colocação conjunta, mas também registrou um contraste dentro da própria corrida: Hadjar saiu de sua melhor posição de largada desde a Austrália, pediu chance para atacar e ouviu da equipe que deveria seguir atrás de Verstappen até o fim.
































