A indicação foi dada por Ayao Komatsu, chefe da equipe e responsável pela decisão. “Eu gostaria de pensar que podemos tomar uma decisão em breve, digamos, até o fim deste mês”, afirmou.
O que pesa na seleção da Haas para 2027
Komatsu detalhou que a Haas não está olhando apenas para desempenho em volta rápida. Segundo ele, a avaliação inclui a capacidade de contribuir tecnicamente com a evolução do carro e o encaixe no ambiente de trabalho da equipe.
“Antes de tudo, você precisa de velocidade, mas a qualidade do feedback também é muito importante”, disse. O chefe da Haas acrescentou outro ponto central no processo: “Também conta ser um jogador de equipe, além de dedicação e ética de trabalho”.
Esses critérios ajudam a explicar por que a escolha envolve mais de um nome e ainda não foi formalizada, mesmo com a equipe já nos últimos estágios da análise. A vaga aberta é a de Ocon, cujo futuro para 2027 segue indefinido.
Brasileiro Rafael Câmara está entre os candidatos
Entre os pilotos avaliados aparece o brasileiro Rafael Câmara, integrante do programa de pilotos da Ferrari. A ligação técnica entre Haas e Ferrari surge como um elemento que pode ter peso na definição do substituto de Ocon.
Além de Câmara, a lista de opções considerada pela equipe também inclui Leonardo Fornaroli, Jack Doohan e Ryo Hirakawa. A Haas, portanto, analisa perfis diferentes para a formação da dupla de 2027.
No caso de Ocon, o cenário ainda está em aberto. Ele pode buscar uma nova vaga no grid para a próxima temporada ou assumir um posto de piloto reserva em 2027.