O diretor executivo da Mercedes resumiu a diferença ao comentar o desempenho de Norris com os compostos em alta temperatura. “Ele está em uma categoria à parte”, disse Wolff.
Na leitura da McLaren, a administração dos pneus se conecta diretamente à forma como o piloto extrai o desempenho do carro, especialmente em cenários em que a carga aerodinâmica e o comportamento dos compostos precisam ser entendidos volta a volta. Esse tem sido um foco de trabalho da equipe.
Ponto técnico segue como dificuldade para Piastri
A gestão de pneus aparece há algum tempo como um ponto mais delicado para Piastri, e a própria McLaren já tratou o tema como uma área de evolução para o australiano. Mesmo com atualizações recentes no carro, esse aspecto ainda não foi resolvido para o piloto.
Andrea Stella, chefe da McLaren, indicou que essa adaptação exige um processo complexo por parte do piloto. “Isso exige bastante esforço mental”, afirmou o dirigente ao falar sobre os desafios enfrentados por Piastri para se ajustar ao carro.
Diferença aparece em condições específicas
O desempenho de Norris na classificação na Espanha ajudou a expor essa diferença de repertório entre os dois lados da garagem, principalmente em uma situação em que preservar e ativar os pneus da forma correta fez mais diferença. O elogio de Wolff foi direcionado justamente a essa capacidade de Norris de controlar melhor o desgaste e a janela ideal de funcionamento dos compostos no calor.
A McLaren também tem concentrado parte do trabalho em entender melhor o uso dos pneus e a relação desse comportamento com a carga aerodinâmica do carro, enquanto Piastri ainda busca evoluir nesse aspecto mesmo após a atualização mais recente do pacote.
































