Gasly criticou o nível das mensagens recebidas e disse que a reação ultrapassou o aceitável. “Acho isso um pouco perturbador para o esporte”, afirmou. Em seguida, o piloto acrescentou: “Existem certas linhas que não deveriam ser ultrapassadas.”
Além de relatar os ataques, Gasly cobrou uma resposta mais ampla diante desse tipo de comportamento. “Como esporte, precisamos encontrar uma forma de tornar esse ambiente mais saudável”, disse.
Gasly diz que não houve ordem da Alpine para inverter posições
No centro da polêmica está a condução da Alpine no fim da prova. Colapinto solicitou mais de uma vez a inversão de posições, mas Gasly negou que a equipe tenha dado essa instrução. “Não houve uma decisão de fazer uma troca de fato”, declarou.
A situação aconteceu quando os dois pilotos estavam diretamente envolvidos na parte final da corrida. Colapinto terminou em sétimo lugar, à frente de Oscar Piastri, enquanto Gasly fechou a prova em 12º e ainda recebeu uma punição de cinco segundos.
O contexto esportivo também ajuda a explicar o momento vivido por Gasly no fim da corrida. Ele passou 55 voltas com pneus duros antes de fazer sua parada, que aconteceu em condições de bandeira verde, o que ampliou o peso estratégico daquele trecho final da prova.
Colapinto também condena mensagens ofensivas
Colapinto também comentou a repercussão nas redes sociais e rejeitou o tom das mensagens enviadas depois da corrida. “Nunca é legal receber esse tipo de coisa”, afirmou o piloto da Alpine.
Sobre a forma como a equipe administrou o episódio durante a prova, Colapinto avaliou que a Alpine tomou a decisão adequada. “Acho que a equipe lidou bem com a situação”, disse. Ele também afirmou que o episódio deve servir de aprendizado para o futuro.
































