“Vamos ver quando teremos de cumprir uma punição de motor com Charles”, afirmou Vasseur ao tratar da introdução do novo conjunto para a etapa.
ADUO2 é o motor escolhido para a reta final da temporada
O motor que a Ferrari quer colocar no carro de Leclerc é o ADUO2, previsto para ser usado no restante da temporada. De acordo com as informações técnicas trabalhadas pela equipe, esse conjunto é 0,2 segundo por volta mais rápido do que o ADUO1 usado na Espanha.
Mesmo com a decisão de avançar para a nova especificação, os sensores do motor 067/6 não registraram anomalias relevantes. Ainda assim, a Ferrari montou o plano para Baku com a nova unidade de potência, enquanto o motor utilizado em Monza deve ficar reservado apenas para sessões de Treino Livre.
Há também um limite regulatório no processo de homologação: não é possível substituir todas as peças do motor homologado pela FIA. Esse contexto ajuda a explicar por que a equipe trata a mudança como uma escolha de gestão de componentes, e não apenas como uma resposta a um problema imediato.
Diferença pequena no Q3 ajuda a explicar a aposta da Ferrari
A avaliação da Ferrari acontece depois de uma classificação apertada, em que Leclerc ficou a 6 milésimos de Lewis Hamilton no Q3 e a 189 milésimos de Lando Norris, autor da pole. Com margens tão pequenas, o ganho estimado do ADUO2 entra no cálculo da equipe mesmo com o risco de punição e de uma largada na parte de trás do grid.
Cadillac também prepara mudanças para o GP do Azerbaijão
Outra equipe que trabalha com novidades para a etapa é a Cadillac. Marcin Budkowski, chefe da equipe, disse que o time terá atualizações no carro para Baku. “Estamos progredindo e temos melhorias preparadas para Baku”, afirmou.
Sergio Pérez também comentou a expectativa da Cadillac em torno do novo conjunto: “Realmente espero que a gente consiga colocar o novo motor no carro.”