No cronograma atual, a temporada terminaria com a prova do Catar entre 27 e 29 de novembro e, na sequência, com Abu Dhabi entre 4 e 6 de dezembro. As equipes já foram avisadas sobre o prazo para a decisão, o que afeta a preparação logística da reta final do campeonato.
Chefes de equipe receberam prazo para a definição
O tema foi levado aos dirigentes durante uma entrevista coletiva no GP do Azerbaijão. Ayao Komatsu, chefe da Haas, afirmou que a categoria trabalha com uma data-alvo para comunicar o cenário às equipes. “O Stefano quer nos avisar em meados de outubro para que todos saibam qual é a situação”, disse.
Mattia Binotto, chefe da Audi, tratou o mesmo período como limite para a decisão. “Meados de outubro é a última chamada para uma decisão desse tipo”, afirmou.
Além da conversa com os chefes de equipe, uma reunião da Comissão da F1 foi realizada na segunda-feira. A discussão ocorre enquanto a categoria avalia se as duas provas poderão acontecer como previsto no encerramento de um calendário que pode chegar a 23 corridas em 2026.
Imola aparece como plano de contingência
Se as etapas no Oriente Médio não puderem ser disputadas, Imola é considerada a principal alternativa de contingência para o fim da temporada. A possibilidade já está no radar da Fórmula 1 enquanto a situação na região continua sob acompanhamento.
A avaliação interna, neste momento, ainda é de tentativa de manutenção das corridas originalmente marcadas. Craig Slater, correspondente da Sky Sports que acompanha a categoria, resumiu esse cenário ao dizer: “A intenção é ir”.
Hamilton diz que espera a realização das provas
Entre os pilotos, Lewis Hamilton comentou que prefere a manutenção das etapas. “Eu, pessoalmente, quero ir. Gosto muito de correr no Oriente Médio”, afirmou o piloto da Ferrari.
A confirmação ou a troca das corridas previstas para Catar e Abu Dhabi deve definir também se Imola será acionada como solução para fechar a temporada nas datas reservadas para o encerramento do campeonato.