A colisão aconteceu na relargada após safety car, quando Colapinto travou os freios e acertou o carro do companheiro de equipe, iniciando o toque em cadeia. Segundo a análise feita pela equipe, o erro foi pequeno em execução, mas teve consequência grande pelo contexto da manobra.
O próprio Colapinto assumiu a responsabilidade pelo lance. “Foi só um travamento. Claro que teve consequências muito grandes”, disse o piloto. Em outra avaliação sobre o episódio, ele afirmou: “Assumi total responsabilidade. É um erro com consequências muito grandes.”
Briatore avalia medidas, mas preparação do piloto não mudou
Flavio Briatore, dirigente da Alpine com poder sobre a situação de Colapinto, afirmou após a corrida que ainda iria avaliar os próximos passos. “Quero tirar um tempo para refletir sobre isso e considerar que rumo deve ser tomado”, declarou.
Mesmo com a reação de Briatore no pós-corrida, Colapinto disse que nunca trabalhou com a possibilidade de ficar fora da prova seguinte. Segundo o piloto, a programação foi mantida normalmente e ele seguiu direto para o simulador assim que chegou ao Reino Unido, dentro da estratégia de adaptação para a etapa da Malásia. “Na verdade, fui direto para o simulador depois da corrida”, afirmou, ao responder sobre a possibilidade de ser substituído.
Dados da Alpine apontam efeito do vácuo na relargada
A explicação técnica apresentada internamente pela Alpine indica que Colapinto chegou à freada com velocidade um pouco acima do ideal por causa do efeito do vácuo. O erro aconteceu em uma situação de alta velocidade na relargada, o que levou ao travamento dos freios e ao contato com Gasly.
Depois do acidente, Colapinto também conversou com Norris. “A gente conversou e está tudo bem”, disse o piloto da Alpine.
































