O treino no simulador foi organizado para antecipar a rotina que Colapinto encontrará ao longo do fim de semana. Além da mudança de horário, a atividade ajuda a acelerar a leitura de um circuito novo para o piloto e a preparar acertos do carro em um cenário conhecido por calor intenso e alta umidade.
Ao falar sobre o traçado, Colapinto resumiu a falta de experiência prática no local: “É um circuito sobre o qual já ouvi falar e vi bastante.” Para a sexta-feira, a prioridade dele é ganhar rodagem desde o início das atividades. “Quero ter uma sexta-feira produtiva”, afirmou.
Simulador vira peça central para adaptação ao circuito e ao clima
A estreia em Sepang coloca duas frentes de trabalho para a Alpine com Colapinto. A primeira é a adaptação ao próprio circuito, já que ele chega sem voltas reais na pista. A segunda é encontrar um ajuste que funcione em condições de temperatura elevada e muita umidade, fatores que interferem diretamente na preparação para o fim de semana.
Nesse contexto, a sessão de simulador em horário de madrugada não serviu apenas para reproduzir a agenda local. Ela também entrou na preparação para os Treinos Livres 1 e 2, que serão a primeira referência prática de Colapinto no circuito.
Acidente no Azerbaijão terá tratamento interno na Alpine
A preparação para a próxima etapa acontece dias depois do acidente provocado por Colapinto na relargada do GP do Azerbaijão. O lance envolveu também Pierre Gasly e Lando Norris e levou a uma manifestação pública de Flavio Briatore, consultor-executivo da Alpine.
Briatore não detalhou quais medidas a equipe pretende adotar, mas confirmou que o caso não ficará sem encaminhamento dentro da Alpine. “As consequências serão tratadas internamente”, disse o dirigente. A equipe não informou quais providências específicas serão tomadas em relação ao incidente.