Comentarista de Fórmula 1, Chandhok classificou a prova como uma chance desperdiçada. “A corrida em Madri pareceu uma oportunidade perdida”, disse ao comentar o baixo número de manobras ao longo da corrida. Em seguida, apontou a necessidade de mudanças no circuito: “Eles vão precisar investir mais agora para melhorar as condições de disputa.”
Falta de pontos de ultrapassagem concentrou as críticas
O principal ponto levantado após a prova foi a dificuldade para ultrapassar. Chandhok criticou a escassez de trechos adequados para manobras, em uma corrida que ofereceu pouca variação de posições durante as 57 voltas.
Max Verstappen também reclamou das características do layout. “As zonas de frenagem tornavam as ultrapassagens impossíveis”, afirmou o piloto ao avaliar o comportamento da pista durante o GP da Espanha.
As críticas se concentraram justamente em um aspecto técnico central para a qualidade da corrida: a ausência de pontos claros de frenagem e ataque, o que limitou as disputas roda a roda em Madring. A avaliação de Chandhok foi de que o circuito precisa de ajustes para oferecer melhores oportunidades de ultrapassagem.
Bortoleto também reclamou da falta de ação
Gabriel Bortoleto foi outro a demonstrar incômodo com a corrida. Ao comentar a prova, resumiu a falta de movimentação no pelotão com uma frase curta: “Quase dormi.”
O GP marcou a estreia de Madring no calendário da Fórmula 1 desde os anos 80, mas a repercussão após a corrida ficou dominada pelas reclamações sobre o desenho da pista. Além de Chandhok, Verstappen e Bortoleto citaram a dificuldade de ultrapassar como um dos problemas mais evidentes do fim de semana.
Entre as manifestações mais diretas, Chandhok voltou ao ponto central da discussão ao defender novos investimentos no circuito, enquanto Verstappen relacionou a limitação das disputas às zonas de frenagem do traçado.
































