Com esse quadro, os três primeiros seguem com chances diretas de chegar ao título na pista. Câmara lidera a tabela e Tsolov aparece a sete pontos, enquanto Dunne está 18 atrás. Mais distantes, Gabriele Minì ainda tem possibilidade matemática, mas soma uma desvantagem de 43 pontos. Dino Beganovic e Noel León aparecem a 70 e 74 pontos do líder, respectivamente.
Pontuação mantém a briga aberta entre os três primeiros
O sistema da Fórmula 2 ajuda a explicar por que a disputa continua apertada. A vitória rende 25 pontos, com 18 para o segundo colocado e 15 para o terceiro, além da sequência de 12, 10, 8, 6, 4, 2 e 1 para as posições seguintes. A categoria também distribui dois pontos pela volta mais rápida.
Esse formato preserva margem de recuperação para Tsolov e Dunne nas etapas restantes. Em caso de empate na classificação, o primeiro critério é o número de vitórias. Nesse cenário específico, Dunne leva vantagem sobre Câmara.
Calendário indefinido pode alterar o tamanho da disputa
A definição do campeonato também depende de um calendário ainda cercado de incerteza. Há etapas previstas no Catar e em Abu Dhabi, mas a Fórmula 2 vive um impasse por causa dos conflitos no Oriente Médio.
Hoje, três cenários são considerados para o fechamento da temporada: a manutenção das duas etapas previstas, a realização de uma rodada em Ímola ou até mesmo o encerramento do campeonato logo após Baku. A possibilidade de substituir Yas Marina por Ímola existe, mas é tratada como improvável por questões de custo e logística.
Se o cronograma atual for mantido, as próximas etapas seguem marcadas para o fim de semana de 27 a 29 de novembro. Nesse contexto, a disputa continua aberta, com Câmara na frente, Tsolov perto da liderança e Dunne ainda em alcance direto na luta pela taça.