Bortoleto venceu os títulos da F3 em 2023 e da F2 em 2024, mas disse que não trata como peso o fato de outros nomes da mesma geração já terem chegado ao pódio. “Corri contra todos eles a vida toda”, afirmou o piloto.
Projeto da Audi é o foco do brasileiro
Ao explicar o que sustenta sua ambição na categoria, Bortoleto foi direto ao apontar o ambiente em que está inserido hoje. “O que me motiva é o projeto do qual faço parte”, disse. Segundo ele, o objetivo central não está ligado a salário, mas à competitividade do carro: “O que importa para mim é ter um carro vencedor.”
O brasileiro também tratou com naturalidade a expectativa em torno de seu papel dentro da equipe. “Orgulho, sim. Pressão, não”, resumiu.
Bortoleto evita colocar limite no crescimento na Fórmula 1
Bortoleto afirmou que a competitividade da Fórmula 1 pode mudar rapidamente e evitou fazer leitura definitiva sobre a hierarquia atual do grid. “Tudo pode mudar em um ano”, declarou.
O piloto também contou que, durante a trajetória até a F1, não trabalhou com a ideia de uma alternativa fora do automobilismo. “Não consigo colocar isso na minha cabeça”, disse ao comentar que não considerava um plano B para a carreira.
Na lembrança do título da F2, Bortoleto apontou a etapa de Monza, em 2024, como um momento decisivo da campanha. Ao recordar aquela vitória, afirmou: “Com tudo o que aconteceu durante a corrida, vencer foi uma sensação incrível.”
Mattia Binotto, chefe da equipe Audi na Fórmula 1, também aparece como uma referência importante nesse processo. Ao falar sobre a convivência com o dirigente, Bortoleto resumiu: “Ele me ajuda muito.”