Depois da corrida, Bortoleto avaliou que o carro teve competitividade durante o fim de semana, embora a Audi tenha voltado a esbarrar em limitações já percebidas em trechos específicos da pista. “Acho que mostramos um ritmo forte durante todo o fim de semana”, disse o brasileiro.
O desempenho já havia aparecido na classificação, quando Bortoleto registrou o sexto melhor tempo no Q1. A posição final no grid, porém, foi comprometida pelas penalidades, o que mudou o cenário da corrida e aumentou o número de ultrapassagens necessárias para tentar chegar à pontuação.
Retas seguiram como ponto de perda para a Audi
Na avaliação de Bortoleto, uma das principais limitações da Audi apareceu nas retas. “Nas retas, sabemos onde perdemos”, afirmou. Ao mesmo tempo, o carro mostrou rendimento melhor nas curvas de alta velocidade.
O fim de semana também teve dificuldades nas partes lentas do circuito, contraste que ajuda a explicar por que a equipe conseguiu mostrar velocidade em determinados setores, mas não o suficiente para transformar o ritmo em pontos na corrida.
Largada no fim do grid aumentou o peso do desgaste dos pneus
A combinação entre posição de largada e comportamento dos pneus teve impacto direto na prova de Bortoleto. Saindo da parte de trás do grid, ele precisou passar vários carros em uma corrida que exigiu mais da borracha do que o normal.
O próprio piloto resumiu a dificuldade do cenário: “Quando você larga no fim do grid, precisa ultrapassar tantos carros”. Mesmo com a recuperação de oito posições e com os sinais de competitividade mostrados desde a classificação, Bortoleto cruzou a linha de chegada em 13º e deixou o GP dos Estados Unidos sem pontuar.
































