Depois da prova, Bortoleto afirmou que a recuperação teve alcance limitado porque a Audi não tinha ritmo suficiente para buscar as Racing Bulls. Segundo o piloto, o déficit estava ligado à deficiência de motor, fator que pesou especialmente quando ele precisou voltar a atacar carros à frente.
“Não sei se a gente conseguiria chegar nas Racing Bulls de qualquer jeito”, disse Bortoleto, ao comparar o desempenho da Audi com o da equipe rival durante a corrida.
Relargada custou posições no meio do grid
Bortoleto destacou que a primeira largada foi dentro do esperado, mas a segunda saída comprometeu o restante da prova. A perda de terreno naquele momento o jogou para trás no pelotão e aumentou a necessidade de uma corrida de recuperação.
“Na primeira largada foi ok e, na segunda, eu perdi umas cinco posições”, afirmou o piloto da Audi. A queda o levou ao 18º lugar, cenário que obrigou o brasileiro a gastar boa parte da prova tentando reconstruir o resultado.
Mesmo com a recuperação até a 11ª posição, a perda sofrida na relargada teve peso direto no desfecho, já que Bortoleto terminou novamente perto do top 10, mas sem conseguir entrar na faixa de pontos.
Déficit para as Racing Bulls apareceu no ritmo de corrida
Além do problema nas saídas, Bortoleto relatou que a Audi não tinha velocidade suficiente para reduzir a diferença para os carros da Racing Bulls. Na avaliação do brasileiro, o cenário já estava definido mesmo antes de uma aproximação maior no pelotão.
Ao comentar a distância para Yuki Tsunoda, Bortoleto indicou o tamanho da dificuldade para transformar a recuperação em disputa direta por posição. “Eu já estava oito segundos atrás do Yuki”, disse.
As Racing Bulls apresentaram desempenho superior durante a corrida, e Bortoleto reconheceu que esse quadro, somado às dificuldades nas largadas e à deficiência de motor da Audi, limitou a reação do brasileiro até a bandeirada final.