Após a corrida, Hülkenberg resumiu a sensação de oportunidade perdida. “Por um momento, a zona de pontuação parecia ao nosso alcance, então é frustrante ter ficado de fora”, disse o piloto da Audi.
Falta de velocidade de reta limitou ataque e defesa
O principal problema apontado por Hülkenberg foi a dificuldade da Audi nas retas, um fator decisivo em um traçado em que ultrapassar e se defender depende diretamente desse desempenho. “Faltou velocidade de reta, e aqui isso dificulta tanto avançar quanto defender posição”, afirmou.
A limitação ajuda a explicar por que a equipe não converteu a presença momentânea entre os dez primeiros em pontos. Mesmo quando esteve na disputa direta pela zona de pontuação, Hülkenberg indicou que o carro não tinha rendimento suficiente para consolidar a posição em trechos de aceleração plena.
Bortoleto ganhou posições e viu corrida mais promissora
Do outro lado da garagem, Bortoleto teve uma prova de recuperação. O brasileiro largou em 17º e recebeu a bandeirada em 13º, fechando o fim de semana logo atrás do companheiro de equipe.
Na avaliação do piloto, a corrida apresentou sinais melhores do que o restante do fim de semana. “Não foi o fim de semana mais fácil, mas a corrida em si foi bastante promissora em termos de ritmo”, afirmou Bortoleto.
Embora também tenha ficado fora da zona de pontuação, o brasileiro destacou uma evolução dentro do cenário que a equipe encontrou no Azerbaijão. “Não é o ideal ficar fora dos pontos de novo, mas fico feliz em ver um progresso moderado”, declarou.
O domingo da Audi terminou, portanto, com os dois carros fora do top-10, mas com leituras diferentes dentro da mesma limitação: Hülkenberg lamentou ter visto os pontos escaparem quando eles pareciam possíveis, enquanto Bortoleto destacou o ganho de ritmo de corrida depois de largar da parte de trás do grid.
































