A vitória teve impacto duplo para Antonelli: além de aumentar a diferença no campeonato, ele transformou uma corrida iniciada na parte de trás do grid em seu sétimo triunfo na temporada. Max Verstappen completou o pódio em terceiro, enquanto Gabriel Bortoleto fechou a prova em 11º lugar.
Punição por unidade de potência empurrou Antonelli para o fim do grid
Antonelli começou a prova na penúltima fila depois de receber punição por exceder o limite de componentes da unidade de potência. Mesmo com o revés antes da largada, o piloto da Mercedes ganhou 18 posições ao longo da corrida para vencer em Monza.
O resultado coloca o italiano entre as maiores recuperações já convertidas em vitória no Campeonato Mundial. Ao triunfar saindo de 19º, Antonelli igualou a segunda pior posição de largada de um vencedor na história da categoria.
Feito iguala marca que durava 72 anos
A referência igualada por Antonelli era a de Bill Vukovich, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis de 1954 também após largar em 19º. O recorde segue com John Watson, que venceu partindo da 22ª posição em 1983.
Na relação de vitórias construídas a partir do fim do grid, também aparecem Rubens Barrichello, que venceu largando em 18º em 2000, e Kimi Räikkönen, vencedor saindo de 17º em 2005.
Classificação do campeonato após o GP da Itália
Com a atualização do campeonato depois da etapa italiana, Antonelli abriu 66 pontos de frente para Russell. Lewis Hamilton, da Ferrari, aparece em terceiro com 191 pontos, e Lando Norris, da McLaren, é o quarto colocado com 171.
A vitória em Monza, além de ampliar a liderança de Antonelli, também consolidou Russell como o rival mais próximo na tabela, já que o piloto da Mercedes somou mais pontos do que Hamilton e Norris na corrida vencida pelo companheiro de equipe.