O triunfo também encerrou um jejum italiano em casa: Antonelli foi o primeiro piloto do país a vencer o GP da Itália desde Ludovico Scarfiotti, em 1966. A Mercedes ainda completou dobradinha, com George Russell em segundo, 3s857 atrás do companheiro.
Monza virou exemplo da abordagem de Antonelli
Ao falar sobre a sequência do campeonato, Antonelli afirmou que não quer chegar aos fins de semana com a disputa pelo título ocupando o centro das atenções.
“O que eu quero evitar a todo custo é ir para a pista pensando ou me preocupando com o campeonato”, disse Antonelli.
O piloto também citou a própria corrida em Monza como referência do tipo de postura que busca manter. “Monza foi a prova de que eu não estava pensando nem me preocupando com o campeonato”, afirmou.
A temporada tem 23 etapas, e 13 já foram disputadas. Depois da corrida em Monza, Antonelli lidera a tabela com folga e ampliou a vantagem justamente em um fim de semana em que precisou largar no fim do grid.
Punição no grid e detalhe técnico pesaram no fim de semana
A vitória em Monza veio depois de uma punição que empurrou Antonelli para 19º no grid de largada. O motivo foi a introdução da primeira unidade de potência nova além da cota permitida para a temporada.
O contexto técnico da prova também incluiu escolhas diferentes de pneus entre os carros da Mercedes sob bandeira vermelha. Antonelli estava com os médios C4, enquanto Russell usava os duros C3.
Russell terminou a corrida em segundo lugar, o que consolidou o resultado forte da Mercedes em Monza no mesmo dia em que Antonelli alcançou sua sétima vitória do ano.
A próxima etapa do calendário será o GP da Espanha, disputado no novo Madring, em Madri.