O título foi fechado no segundo ano de Antonelli na F1, um dado que ajuda a dimensionar a velocidade de sua trajetória até o topo da categoria. Depois da conquista, Toto Wolff, CEO da Mercedes, voltou a falar sobre a decisão de promovê-lo ainda aos 19 anos e disse que a equipe nunca tratou o movimento como uma aposta sem controle.
Wolff diz que promoção de Antonelli nunca foi vista como aposta temerária
Ao comentar a chegada do piloto à equipe principal, Wolff afirmou que a Mercedes enxergava o passo como uma decisão sustentada por convicção interna. “Sempre foi um risco calculado, não um risco de verdade”, disse o dirigente ao recordar a promoção de Antonelli.
Wolff também citou o ambiente de desconfiança que cercava o piloto no início da caminhada na Fórmula 1. “Diziam que ele nem deveria estar na F1, que deveria estar em uma equipe menor”, afirmou.
As declarações do dirigente vieram depois da confirmação do campeonato, obtido por um piloto que, além do título, acumulou regularidade ao longo da temporada. Os 16 pódios indicam que Antonelli esteve com frequência entre os primeiros colocados, enquanto as nove vitórias formaram a base da campanha que terminou com a taça decidida no México.
Mercedes destaca confiança mantida ao longo da trajetória
Wolff ainda relacionou a conquista à postura da Mercedes durante o processo de desenvolvimento do piloto. “Sinto um orgulho imenso da equipe; todos continuaram confiando nele”, declarou.
A fala coloca o foco não só no resultado final do campeonato, mas também na continuidade do suporte dado pela equipe desde a entrada de Antonelli na Fórmula 1. No desfecho da corrida em que sacramentou o título, o piloto terminou em terceiro, posição suficiente para assegurar o primeiro campeonato mundial da carreira.
Com o resultado no GP do México, Antonelli encerrou a disputa do título com um currículo de temporada formado por nove vitórias, 16 pódios e o recorde de campeão mais jovem da história da Fórmula 1.































