O episódio abriu discussão sobre uma possível medida interna da equipe, mas ainda sem definição. Flavio Briatore, chefe da Alpine e responsável por avaliar o caso, afirmou: “Vou levar um tempo para decidir qual é o melhor caminho”. Até aqui, porém, não há confirmação de suspensão ou afastamento, e a leitura dentro da equipe é de que essa hipótese segue no campo da especulação.
Acidente na relargada também atingiu Norris
A colisão aconteceu logo após a saída do safety car no GP do Azerbaijão. Além do contato com Gasly, Colapinto também acertou o carro de Norris. A manobra provocou forte reação do piloto da McLaren, que pediu uma punição severa ao argentino. “Ele nem deveria estar na Fórmula 1”, disse Norris ao comentar o incidente.
Mesmo com a repercussão, o único desdobramento confirmado até agora é a perda de cinco posições no grid da próxima etapa. A possibilidade de uma sanção extra por parte da Alpine passou a ser discutida depois da informação de que Briatore ficou furioso com a situação, mas a equipe ainda não anunciou qualquer decisão adicional.
Renovação até 2027 antecedeu o incidente
O caso ganhou peso também por ter acontecido pouco tempo depois de a Alpine renovar o contrato de Colapinto até 2027. A extensão do vínculo havia sido acertada um mês antes da batida, o que coloca o episódio como o principal problema recente do piloto dentro da equipe.
Há ainda um precedente citado nas comparações em torno da resposta que a Alpine pode adotar. No GP de Mônaco de 2024, Esteban Ocon também se envolveu em uma batida com Gasly quando os dois eram companheiros de equipe, e naquele caso não houve suspensão posterior.
Briatore não detalhou quais opções estão na mesa nem estabeleceu prazo para anunciar sua decisão sobre Colapinto.
































