O desempenho em Monza serviu de impulso interno depois de um fim de semana competitivo. Ao comentar o resultado, Gasly afirmou estar “muito satisfeito e orgulhoso de todos na equipe”, em referência ao trabalho que levou a Alpine à pole. A equipe agora tenta transferir esse rendimento para um traçado de características distintas.
Madri impõe desafio novo à Alpine
Se em Monza a equipe conseguiu se destacar, em Madri o foco inicial estará em entender rapidamente o comportamento do carro ao longo das sessões. Gasly resumiu a prioridade para o fim de semana ao dizer que “o objetivo é pegar ritmo o mais rápido possível”.
A necessidade de adaptação imediata também foi destacada por Franco Colapinto, piloto da Alpine. Na avaliação dele, o que a equipe mostrou em Monza foi positivo não apenas pelo resultado final, mas pelo ritmo apresentado em todas as sessões do fim de semana. Esse ponto vira referência para a preparação no novo traçado.
Colapinto afirmou que “encontrar rapidamente o ritmo será fundamental para um fim de semana bem-sucedido”, indicando que a leitura do circuito desde os primeiros trabalhos de pista deve ter peso importante no desempenho da Alpine.
Colapinto aponta curvas diferentes e inclinação na curva 12
Além da análise sobre o momento da equipe, Colapinto chega com boas lembranças de sua época em Madri. O piloto também indicou alguns pontos específicos do circuito que devem exigir atenção da Alpine ao longo das atividades.
Entre as características mencionadas por ele estão curvas diferentes ao longo do traçado e a inclinação da curva 12, aspecto técnico que pode influenciar a adaptação dos pilotos e o acerto do carro nas primeiras sessões. Em um fim de semana em pista nova, esse tipo de referência ganha importância para acelerar o trabalho desde o Treino Livre 1.
Com a confiança trazida por Monza, a Alpine inicia a etapa de Madri apoiada em dois sinais recentes: a pole de Gasly e a constância de ritmo apontada por Colapinto em todas as sessões do último fim de semana.