“Nas últimas corridas, temos sido mais competitivos”, disse Alonso ao comentar o estágio atual da Aston Martin antes da etapa em Interlagos. A leitura do piloto é de avanço dentro da realidade da equipe neste momento do campeonato, sem projetar uma disputa mais à frente no pelotão.
Singapura, Austin e México entram na conta da melhora
Alonso apontou três fins de semana recentes como referência para essa evolução: Singapura, Austin e México. Segundo ele, a Aston Martin teve desempenhos positivos nessas etapas, o que sustenta a sensação de progresso do carro na parte final da temporada.
Ao falar especificamente de Austin, o piloto foi direto ao destacar a regularidade apresentada pela equipe ao longo de toda a programação. “Austin foi muito forte durante todo o fim de semana”, afirmou. A declaração coloca a etapa como um dos principais exemplos do nível que Alonso considera possível repetir agora.
Essa sequência ajuda a explicar por que o espanhol chega ao GP de São Paulo tratando a competitividade da Aston Martin de forma mais ligada à execução do próprio pacote do que a uma expectativa de salto imediato em posições mais altas.
Ritmo recente não virou resultado na última etapa
Mesmo com sinais positivos, Alonso lembrou que a etapa mais recente não traduziu em resultado o desempenho mostrado pela Aston Martin. O piloto reconheceu que o bom ritmo apresentado pela equipe não foi convertido na posição final que imaginava possível.
Por isso, ele estabeleceu um recorte bastante claro para a avaliação do fim de semana em São Paulo. “Ficar ali por P12, P13 ou P14 é mais ou menos um fim de semana competitivo para nós”, disse Alonso. A referência indica o nível que o piloto considera realista para a equipe neste momento, depois de uma série de corridas em que o carro deu sinais de evolução, mas ainda sem transformar esse ganho em resultados mais expressivos.