Ao comentar o legado de Senna, Alonso destacou a forma como o brasileiro se aproximava das pessoas. “O Ayrton conseguia se conectar mais com as pessoas”, disse o piloto da Aston Martin. Em outro momento, o espanhol resumiu a diferença com uma avaliação direta: “Ayrton tinha mais carisma, personalidade”.
Senna, nascido em São Paulo, foi citado pelos dois pilotos como uma figura de dimensão particular na Fórmula 1. Além dos títulos, a lembrança em torno de sua trajetória também foi influenciada pela morte em 1994, ponto mencionado na discussão sobre a construção de seu legado.
Verstappen cita perfis diferentes entre os campeões brasileiros
Verstappen afirmou que a comparação entre Senna, Piquet e Fittipaldi passa também por características pessoais distintas. “Os três tinham personalidades muito diferentes”, declarou o piloto da Red Bull. Para ele, a memória em torno de Senna também se explica pelo tamanho esportivo do brasileiro: “Ele foi um dos melhores pilotos de todos os tempos”.
O atual piloto da Red Bull acrescentou que vê valor em reconhecer a trajetória dos três campeões. “É muito bom homenagear todos, respeitar todos”, afirmou. Em outro trecho, ao falar sobre sua própria postura na categoria, Verstappen deixou claro que seu foco está no resultado: “Eu gosto de vencer, estou aqui para vencer”.
Alonso lembra popularidade de Fittipaldi fora do Brasil
Alonso também citou que a recepção aos campeões brasileiros muda de acordo com o lugar e usou Emerson Fittipaldi como exemplo. Segundo o espanhol, o bicampeão tem forte identificação com o público espanhol. “Aonde você vai, Fittipaldi?”, brincou, ao mencionar a popularidade do ex-piloto naquele país.
Verstappen ainda observou que a permanência de Senna na memória do público chama atenção até hoje. “É muito bonito ver como as pessoas se lembram dele”, disse o holandês ao comentar a dimensão do legado do tricampeão brasileiro.