Ao explicar a oscilação de desempenho ao longo da prova, Leclerc apontou o desgaste dos pneus como fator central para a mudança de cenário. Segundo ele, o carro tinha ritmo competitivo no começo, mas a situação se alterou à medida que a corrida avançou.
“Estávamos muito fortes no início da corrida, mas depois começamos a sofrer com o desgaste dos pneus”, afirmou Leclerc.
Perda de posições depois da parada mudou a corrida
A prova do piloto da Ferrari teve um ponto de inflexão depois da passagem pelos boxes. Apesar de ter largado em segundo e iniciado a corrida em condição de disputar as primeiras posições, Leclerc caiu na ordem após a parada e precisou reconstruir a corrida em duas frentes: primeiro no duelo com Hamilton, depois na tentativa de tirar a diferença para Verstappen.
Esse contexto ajuda a explicar por que o segundo lugar veio sem uma disputa direta pela vitória nas voltas finais. Ainda assim, Leclerc conseguiu se manter no grupo da frente e terminou a corrida no pódio, com a diferença para o vencedor na casa de pouco mais de sete segundos.
Ferrari seguiu caminho diferente do carro vencedor
Leclerc também disse que a Ferrari fez uma escolha estratégica diferente da adotada por Verstappen. Mesmo com a mudança de rendimento ao longo da prova e com a perda de posição depois da parada, o piloto descartou qualquer arrependimento sobre a condução da corrida.
“Adotamos uma estratégia diferente da do Max. Dei o meu máximo e não me arrependo de nada”, declarou.
A combinação entre a perda de desempenho dos pneus e a diferença de estratégia em relação ao vencedor definiu a parte final da corrida de Leclerc. Depois de passar pela disputa com Hamilton, ele ainda tentou buscar Verstappen, mas recebeu a bandeirada final na segunda colocação.
































