A situação gerou reclamações de Alonso, que terminou a prova em oitavo com a Aston Martin e disse ter ficado sem entender o procedimento adotado na largada. Ao comentar o episódio, o espanhol afirmou: “Parece que o Hamilton estava na brita e havia tensão”.
Steiner também criticou a forma como o momento foi administrado. Para ele, houve descontrole na condução do caso: “O que aconteceu ali ficou completamente fora de controle”.
Problema de software abriu discussão sobre procedimento
A FIA reconheceu que um bug de software afetou todos os carros durante a volta de formação. No caso de Hamilton, o problema teve consequência direta sobre sua posição na pista, mas a entidade permitiu que ele permanecesse em segundo no grid para a nova largada, ponto que motivou a contestação de Alonso e depois recebeu o apoio de Steiner.
O ex-chefe de equipe também relativizou a reação dos envolvidos ao tratar das decisões tomadas naquele momento. Segundo Steiner, qualquer um na mesma situação poderia ter agido de forma parecida: “Acho que quem acelerou e não saiu do lugar teria feito a mesma coisa”.
Alonso questionou tratamento dado ao caso
A crítica de Alonso foi direcionada ao tratamento recebido por Hamilton após o incidente. O espanhol entendeu que houve favorecimento ao piloto britânico no encaminhamento da situação, embora não haja confirmação conclusiva sobre viés na tomada de decisão da FIA.
Além de reconhecer o problema de software, a entidade viu o episódio virar tema de debate por causa do impacto esportivo imediato na formação do grid e pela decisão de manter Hamilton em P2 para a relargada.