Schumacher fez sua primeira temporada na Indy em 2026 pela RLL e encerrou o campeonato em 23º lugar entre 25 pilotos. O resultado final, porém, veio acompanhado de uma segunda metade de campeonato mais competitiva, com desempenho superior ao início do ano e um oitavo lugar no GP de Nashville como principal destaque.
Equipe vê evolução na reta final de 2026
A avaliação da Meyer Shank para 2027 parte justamente dessa curva de desempenho. Shank considera que Schumacher terminou o ano em nível melhor do que aquele apresentado em sua fase inicial de adaptação à categoria, ponto que pesou na decisão de levá-lo para o projeto da equipe na próxima temporada.
O dirigente evitou atrelar a contratação ao peso do sobrenome do piloto. Ao comentar as comparações inevitáveis com Michael Schumacher, pai de Mick, ele foi direto: “Eu não contratei o Michael Schumacher”. A referência indica que a escolha foi baseada no que Mick entregou em pista durante a temporada de estreia, e não na trajetória do heptacampeão.
Contratação é ligada à ambição da Meyer Shank
Shank também associou a chegada de Schumacher aos objetivos esportivos da equipe, especialmente em provas de maior prestígio da categoria. “Queremos vencer mais uma dessas, e ele pode conseguir”, afirmou, em menção à Indy 500.
A fala coloca Schumacher no centro da projeção esportiva da Meyer Shank para 2027, depois de um primeiro ano em que ele precisou se adaptar à Indy e passou boa parte do campeonato na parte de trás do grid. A melhora na reta final de 2026, porém, mudou a leitura sobre o potencial do piloto para a sequência do trabalho.
A próxima temporada da Fórmula Indy tem retorno oficial entre 5 e 7 de março, com o GP de St. Pete.