“Ainda não fechei em definitivo a porta para este esporte”, disse Ogier ao falar sobre a possibilidade de seguir no WRC. A indefinição vem acompanhada de uma ausência importante no início do calendário: “Não estarei na largada do meu rali preferido, o Monte-Carlo”.
Compromisso familiar tira Ogier da abertura
A ausência no Monte-Carlo não está ligada a questão física ou esportiva. Ogier explicou que sua esposa terá um compromisso profissional importante durante o período do evento, o que motivou a decisão de não disputar a prova.
Mesmo fora da abertura da temporada, o francês indicou que o prazer de dirigir ainda pesa na análise sobre o que fazer a seguir. Por isso, ele não tratou sua trajetória no WRC como encerrada e manteve em aberto a possibilidade de seguir competindo.
Competitividade do campeonato entra na conta
Outro ponto citado por Ogier é o cenário da categoria para a próxima temporada. Até aqui, a Toyota é o único construtor confirmado com 100% de certeza, um dado que entra na avaliação do piloto sobre permanecer ou não no campeonato.
Ogier associou diretamente sua motivação ao nível de disputa na pista. “Vencer sem adversidade nunca foi algo que realmente me empolgasse”, afirmou. A fala aponta que sua decisão não depende apenas da vontade de continuar acelerando, mas também da configuração esportiva que encontrará no WRC.
O quadro, neste momento, combina dois fatores objetivos: Ogier continuará fora do Rally de Monte-Carlo por causa da situação familiar, e a definição sobre seu futuro segue condicionada também à competitividade do campeonato na próxima temporada.